O ESG já se estabeleceu no vocabulário das empresas brasileiras, mas é preciso ir além: alinhar o propósito do negócio às práticas ambientais, sociais e de governança. A quarta edição do Jaé mostra como as lideranças de impacto transformam comunidades e por que adotar ESG deixou de ser opção para virar questão de sobrevivência. Com a participação de André Carvalhal e líderes que já atuam por um mundo melhor.
A adoção das práticas ESG é inevitável. As empresas que quiserem sobreviver terão que se comprometer com a mudança.
O que você verá nesta edição
ESG no vocabulário corporativo
O crescimento, a busca e a priorização pelo ESG na agenda corporativa brasileira.
Os números e a agenda ESG
A relação positiva entre agenda ESG e desempenho financeiro.
As gerações no debate socioambiental
As diferenças geracionais na preocupação com questões sociais e ambientais.
Lideranças de impacto
As lideranças empresariais centradas em transformar o mundo de forma positiva.
Os caminhos para as empresas
O que as empresas têm realizado e quais os desafios da implementação da agenda ESG.
Aprendizados e recados para as marcas
Um mundo melhor para o presente (e para o amanhã).
Principais aprendizados
O crescimento do ESG não se limita à crise climática e social: está ligado ao desempenho e à sobrevivência das empresas — e ainda falta investir e divulgar o G, de Governança.
A preocupação com o meio ambiente atravessa gerações; o que muda é o modo de enxergar a sustentabilidade. As gerações mais novas problematizam empresas e governos, exigindo posicionamento e ação.
Empresas e marcas têm responsabilidade no impacto socioambiental. Assumir isso é o primeiro passo para mudar de posicionamento e buscar soluções de impacto positivo.
Formar lideranças de impacto gera transformação nas empresas e na sociedade, entregando bons números de negócio e bons números sociais ao mesmo tempo.
A implementação das práticas ESG é um caminho inescapável e exige o envolvimento de todos, incluindo as comunidades impactadas pela organização.




